Carpinejar por ele mesmo

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Carpinejar por ele mesmo

Relato autobiográfico, conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima

 

“Sou feio, feio de nascença, mais feio do que você possa desenhar.” É assim que começa o livro “Filhote de Cruz-Credo”, de Fabrício Carpinejar. Um dos nomes mais relevantes da poesia contemporânea, o escritor gaúcho foi vítima de bullying na infância. Nesse relato autobiográfico, ele conta como usou o bom humor e a inteligência para recuperar a autoestima. Um dia, Fabricio analisou minuciosamente seu rosto e foi correndo para a mãe perguntar se era feio. Como ela já havia perdido a paciência com o menino, que não acreditava ser bonitinho, disse por fim que ele era feio, sim. A partir desse episódio, ele chegou à conclusão de que o jeito era aceitar ou fugir das brincadeiras. E, com o tempo, o menino aprendeu a se sentir bonito do seu jeito.

 

 

Fonte: http://www.ofluminense.com.br